Marta Suplicy e André Amaral voltam a ser opção de Temer para o MinC

Por Mário Benisti

Foto: Ministério da Cultura Flick

A senadora Marta Suplicy, de São Paulo e o deputado federal André Amaral da Paraíba, ambos do PMDB, voltam a ser as opções do presidente Michel Temer para assumir o ministério da Cultura.

O atual Ministro da Cultura (MinC), Sérgio Sá Leitão, vem perdendo forças no comando da pasta. O ministro que já atuou na chefia de gabinete do ex-ministro Gilberto Gil na pasta, demostra indícios da falta de habilidade em articulação política. Por exemplo, o veto presidencial sobre a Medida Provisória (MP) 770/2017, que estendia até 2019 o prazo para utilização do Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine).

O ministro vem recebendo críticas de parlamentares da oposição e até mesmo da base governista de Michel Temer sobre a inexperiência política de Sérgio Sá Leitão, principalmente após o governo ter vetado a prorrogação do Recine. O MinC, que conta com um orçamento mínimo depois de ter perdido cota na loteria esportivas, perdeu mais verbas após o veto do projeto.

A senadora Marta Suplicy já assumiu pastas ministeriais por duas ocasiões. Na primeira, em 2007, foi escolhida por Lula para assumir o Ministério do Turismo. Já em 2012 foi escolhida por Dilma Rousseff para comandar o Ministério da Cultura onde trabalhou até 2014, quando optou por abandonar a pasta e reassumir o mandato de senadora pelo estado de São Paulo.

Destaque para o deputado paraibano André Amaral (PMDB) que pode se tornar o ministro mais jovem do Brasil. O deputado demonstra liderança na Câmara dos Deputados pois é líder de corrente de opinião, além de demonstrar a articulação política em sintonia com o Palácio do Planalto.

Destino de Sérgio Sá

Enquanto o atual ministro enfrenta a crise política, faz estudos sobre o seu futuro político. Ontem saiu uma nota no dia 01 de novembro portal do jornal O Estadão afirmando que o ministro estuda um possível ingresso ao Partido Novo, juntamente com o Rogério Chequer, do movimento Vem Pra Rua.

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