Após suicídio de reitor, UFSC é alvo de nova operação da PF

A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) é alvo de uma nova operação da PF (Polícia Federal) nesta quinta-feira (7), dois meses após o suicídio do reitor da instituição Luiz Carlos Cancellier. Na ação de hoje, a PF, junto com a CGU (Controladoria Geral da União) e o TCU (Tribunal de Contas da União), investiga a aplicação irregular de verbas públicas federais destinadas a projetos de pesquisa desenvolvidos por fundações de apoio da UFSC.

Em outubro, Cancellier, que tinha 59 anos, pulou do quinto andar no vão central de um shopping de Florianópolis. Dias antes, ele e seis professores foram alvo de outra operação da PF que apura supostas irregularidades na concessão de bolsas de ensino a distância. Cancellier não era suspeito de desvio de recursos, mas de tentar intervir em uma apuração interna. A PF abriu sindicância para investigar a conduta de agentes em ação na UFSC.

O superintendente da PF em Santa Catarina, delegado Marcelo Mosele, declarou que a ação desta quinta-feira não tem relação com a que envolveu Cancellier, e defendeu a instituição alvo de críticas pela operação passada. “A Polícia Federal investiga fatos. Hoje é a fase ostensiva das investigações”, disse em pronunciamento à imprensa. “A PF tem o dever de prestar contas do seu trabalho. Não divulgaremos nomes dos suspeitos”.

Com informações do portal Uol.

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