Setores da polícia do Rio reagem à intervenção federal na segurança

 

Da Redação

Apesar de o governador Luiz Fernando Pezão não ter se manifestado ainda sobre a intervenção federal na segurança do estado do Rio, a medida já despertou reação em alguns setores das forças policiais do Rio.

Integrantes do setor dizem que a intervenção será bem-vinda desde que tenha duas vertentes: que traga a tranquilidade para a população e que também chegue ao estado com ações que chamam de estruturantes.

Segundo eles, para que não seja inócua, é preciso que a medida traga também condições de trabalho para as polícias militar e civil, de forma que, ao fim do período sob intervenção, as polícia tenham condições de dar continuidade ao trabalho. Do contrário, avaliam, não terá os efeitos esperados, e tudo não passará de uma medida política e sem efeito prático.

Uma das primeiras ações, segundo policiais, deveriam vir com recursos para novas contratações de pessoal, seguido de aparelhamento, como mais computadores, bancos de dados eficientes, viaturas novas, e materiais básicos como até mesmo coletes que estão velhos e não protegem os policiais.

Os detalhes da intervenção, no entanto, só serão conhecidos no início da tarde. De acordo com a Constituição, o decreto do governo federal precisará especificar “a amplitude, o prazo e as condições de execução” da intervenção. Ou seja, além de definir o período no qual o Rio ficará sub jugo federal, o presidente Michel Temer precisa apontar imediatamente as áreas do governo local que ficarão sob intervenção, de que forma ela ocorrerá e o nome do interventor.Com informações das Agências)

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