Eleições: Bolsonaro diz que já está com a mão na faixa presidencial. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(17)

 

 

VITÓRIA CERTA

 

Faltando apenas 11 dias para  as eleições. o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira(17) que já está com a mão na faixa presidencial porque o adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, Fernando Haddad (PT), não conseguirá reverter a desvantagem apontada pelas pesquisas até o dia do segundo turno da eleição. Lider nas pesquisas de opinião , Bolsonaro argumenta que  ”  nós estamos com uma mão na faixa, é verdade.  Ele disse ainda que o PT e Haddad estão “apavorados” e “perdidos”

 

CAMPANHA MORNA

Enquanto isso, a campanha de Fernando Haddad (PT) não decola nas pesquisas, sofre para atrair aliados e dos poucos que conseguiu apoio, sofre críticas públicas. Perdendo em todas as frentes, o candidato à Presidência ainda prefere adotar tom ameno e evitando confrontos diretos.

 

DETERMINAÇÃO

Por meio de “de ofício” ,  corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou  que a desembargadora Kenarik Boujikian, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), apresente dentro de 15 dias esclarecimentos sobre as críticas que fez às declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, sobre o regime militar.

 

 

 

FALA DE TOFFOLI

No dia 1º de outubro, Toffoli afirmou que prefere definir a tomada de poder dos militares em 1964 como um “movimento”. “Não foi um golpe nem uma revolução. Me refiro a movimento de 1964. Hoje, afirmo isso graças ao ensinamento do ministro da Justiça, Torquato Jardim.”

 

 

 

PERFIL IDEAL

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou  em entrevista que se for eleito, indicaria alguém do “perfil do Moro” para o Supremo Tribunal Federal (STF), em referência ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba (PR)

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BARROSO

No despacho no qual aborda o indiciamento do presidente Michel Temer (MDB) pela Polícia Federal (PF), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), destaca que o relatório conclusivo do inquérito dos Portos reuniu “provas de diversas naturezas”.No relatório, foram produzidas, no âmbito do inquérito, provas de naturezas diversas, que incluíram colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais, informações e pronunciamentos do Tribunal de Contas da União, bem como foram apurados fatos envolvendo propinas em espécie,

 

DISPUTA FORTE

Essa disputa é coisa velha! O Ministério da Agricultura, que deverá ter seus poderes ampliados caso o candidato Jair Bolsonaro vença as eleições no próximo dia 28, está cotado para ser a primeira pasta do executivo ocupada por uma mulher. A deputada Tereza Cristina (DEM-MS), reeleita para mais um mandato na Câmara, está entre os nomes fortes que serão levados à mesa de Bolsonaro, se confirmada sua vitória.Tereza Cristina nega sua indicação ao posto, diz que se trata de especulação e não comenta o assunto.

 

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), saiu em defesa do senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), depois que o pedetista criticou publicamente o PT por não fazer uma autocrítica durante as eleições presidenciais. Em visita ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), nesta quarta-feira, 17, Camilo disse que a iniciativa de Cid foi um “desabafo” e reforçou a importância do PT “reconhecer erros cometidos”.

 

FRASE DO DIA

“Considero que aquilo foi um momento de desabafo do ex-governador Cid Gomes. Nossa preocupação agora é com o País, com o futuro do Brasil e dos brasileiros. Sempre fui crítico e dei entrevistas, publicadas nacionalmente, dizendo que era importante o PT reconhecer alguns erros cometido. Sugeri isso à direção nacional, isso é minha opinião há muito tempo. O Brasil precisa de um novo rumo, de diálogo, não de ódio, não de separação, não ter um presidente que usa uma arma como símbolo”, disse o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), saiu em defesa do senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), depois que o pedetista criticou publicamente o PT por não fazer uma autocrítica durante as eleições presidenciais

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