Ministério da Agricultura antecipa retirada da vacina contra febre aftosa no Paraná

A decisão levou em conta o histórico de controle da doença no estado, além do fato de fazer divisa com Santa Catarina, único estado que é livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007

O departamento de saúde animal do Ministério da Agricultura confirmou que vai atender o pedido do Paraná de antecipação da retirada da vacina contra febre aftosa. Pela decisão, o estado se juntará a Acre, Rondônia e partes de Amazonas e Mato Grosso no primeiro grupo de estados a vacinar o rebanho pela última vez em maio do ano que vem.

Pelo cronograma inicial, os mais de 9 milhões de bovinos e bubalinos paranaenses seriam vacinados pela última vez apenas em meados de 2021. A antecipação levou em conta o histórico de controle da doença no estado, além do fato de fazer divisa com Santa Catarina, único estado que é livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007.

“O estado do Paraná, embora não pertença ao bloco um, pertence ao bloco cinco, mas tem demonstrado a disposição, o compromisso e, em especial, a condição, com base na sua estrutura veterinária audita por nós do Departamento de Saúde Animal por duas vezes, que permite alcançar e acompanhar o cronograma do bloco um. Também o estado do Paraná tem como previsto no próximo ano a última vacina a ocorrer em maio de 2019”, disse o diretor do departamento de saúde animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques.

A decisão de antecipação da retirada da vacina no Paraná deverá ser publicada pelo Ministério da Agricultura até sexta, dia 26. Rio Grande do Sul também fez o pedido de antecipação, mas não deverá ser atendido.

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