Inteligência do governo confirma ameaças frequentes a Bolsonaro. Confira outras informações na coluna JPM desta segunda-feira(05)

 

 

REFORÇO

De acordo com fontes da assessoria do presidente eleito, a segurança de Bolsonaro deve chegar a níveis máximos a partir da posse. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, não esconde sua preocupação, e já encomendou à sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1.º de janeiro.

 

 

ESQUEMA SEVERO

De acordo com fontes da assessoria do presidente eleito, a segurança de Bolsonaro deve chegar a níveis máximos a partir da posse. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, não esconde sua preocupação, e ja encomendou à sua equipe um estudo para reforçar a segurança de Jair Bolsonaro e sua família a partir da posse do novo presidente, em 1.º de janeiro

 

 

PROCESSO DE TRANSIÇÃO 

O processo de transição do atual governo para o novo que assumirá em 1º de janeiro de 2019 deve se intensificar esta semana, quando começará efetivamente a troca de informações entre as equipes.Até amanhã (6), por exemplo, está prevista a publicação – no Diário Oficial da União (DOU) – dos nomes que vão compor o grupo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. Eles vão ocupar os chamados Cargos Especiais de Transição Governamental, que devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro.

MORO EM BRASÍLIA

Quem estará também em em Brasília nesta terca-feira (6) é o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro,Ele vai se reunir  encontro com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Moro deve conceder uma entrevista coletiva para jornalistas de plantão.

E por falar em Sergio Moro, ele já enviou ao corredor regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, um pedido de férias até apresentar o pedido de exoneração em janeiro.Segundo o juiz, “as férias também permitirão que inicie as preparações para a transição de Governo e para os planos do Ministério”. No documento enviado, Moro pede para se afastar dos casos relacionados à Operação Lava Jato para evitar “controvérsias desnecessárias”. “Pretendo tirar a partir da presente data as várias férias que acumulei durante meu período de magistrado em decorrência das necessidades do serviço”.

CAMPEÃO DE PROCESSOS

Reeleito deputado federal pelo Tocantins, Carlos Henrique Gaguim (DEM), tem 153 processos no Tribunal de Justiça estadual (TJ-TO), todos por improbidade administrativa, referentes ao período de um ano e meio em que foi governador interino.”Desses processos, eu já ganhei 46, só faltam uns 100 e se Deus quiser vamos ganhar todos”, afirmou Gaguim

OS DEVEDORES

Pelo menos 96 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura devem, juntos, mais de R$ 158,4 milhões à União. Os valores inscritos na dívida ativa se referem a tributos não pagos e foram levantados pelo jornal O Estado de S.Paulo na PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). As pendências estão registradas no CPF dos parlamentares e em CNPJs de empresas das quais são sócios. Elas incluem pendências previdenciárias e outros tipos de tributos não quitados.

 

CASAL ENDIVIDADO
A maior devedora é a deputada Elcione Barbalho (MDB-PA), com R$ 47 milhões de dívida em duas empresas do ramo de comunicações.O ex-marido de Elcione, Jader Barbalho, é o senador eleito que mais deve à União, com R$ 57,7 milhões em pendências. Eles têm, inclusive, duas empresas em comum na contabilização da dívida.

CORRUPÇÃO NO CONGRESSO

Um terço do novo Congresso é acusado de crimes como corrupção, lavagem, assédio sexual e estelionato ou é réu em ações por improbidade administrativa com dano ao erário ou enriquecimento ilícito. No total, são 160 deputados e 38 senadores.O levantamento envolve casos em andamento nos Tribunais de Justiça dos Estados, na Justiça Federal, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal.

 

FIGURAS CARIMBADAS

Entre os alvos estão nomes conhecidos como os atuais senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Aécio Neves (PSDB-MG). Presidente do PT, Gleisi é alvo na Lava Jato enquanto Aécio, ex-presidente do PSDB, é réu por corrupção na delação da J&F. Ambos conquistaram uma cadeira na Câmara. Aécio diz que “provará na Justiça que foi alvo de uma ação premeditada por criminosos confessos de mais de 200 crimes”. Gleisi não quis se manifestar.

LAVA JATO

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu liberdade ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, o petista acusa o juiz federal Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), de perda de imparcialidade para processá-lo.

AGENDA

*A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, fez palestra no evento 30 anos da Constituição Federal, em Brasília. Ela falou sobre As mudanças Constitucionais pelo Supremo em 30 anos. Ainda nesta segunda-feira (5) estão previstas palestras dos ministros do STF Gilmar Mendes (14h30), Edson Fachin (15h30), Ricardo Lewandowski (17h15) e Luiz Fux (18h30). O encontro prossegue até amanhã (6) e tem como tema central Desafios Constitucionais de hoje e propostas para os próximos 30 anos.

*A 13a Semana Nacional da Conciliação começa hoje (5) e vai até sexta-feira (9) nos tribunais estaduais, federais e do Trabalho de todo o país. O tema escolhido para esta edição é Conciliar: a decisão é nossa. Criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2006, a Semana é realizada anualmente para estimular a solução consensual de conflitos, com orientações padronizadas.

* Nesta quarta-feira (7) acontece a cerimônia de lançamento da reformulação do Selo da Agricultura Familiar e entrega de 14 mil títulos de terra, no Palácio do Planalto.

 

FRASE DO DIA

“Se forçássemos a barra para votar esse ano, haveria risco de a proposta ser rejeitada – e um trabalho de 6 anos iria pelo ralo. A composição do novo Congresso é mais conservadora. Com os novos deputados, as chances de aprovarmos o PL 3722 são bem maiores”, afirmou o  deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC) ao pedir  para deixar para o ano que vem a votação do projeto do lei de sua autoria que revoga o Estatuto do Desarmamento.

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