Disney tem cursos voltados para liderança, engajamento e serviços

O Disney Institute é o mais famoso caso de sucesso entre as companhias que criam centros de estudo a partir da sua experiência prática. Essa escola de treinamento existe gá décadas e oferece cursos rápidos ou longos. As aulas abordam as práticas e a gestão dos parques e resorts, com temas como liderança, serviço e engajamento. São programas voltados para empresas e profissionais sem ligações com a Disney.

Todas as aulas acontecem nos Estados Unidos, e o Disney Institute não tem representantes, parceiros ou classes no Brasil.

Há, contudo, uma versão em português do livro “O jeito Disney de encantar os clientes”. E David Lederman, organizador e promotor de eventos do instituto, além de revidor técnico da publicação, conta algumas curiosidades sobre esse universo mágico que requer, ao mesmo tempo, praticidade na execução.

“O importante não é apenas conhecer os segredos, mas saber como implementá-los em sua empresa. É o que o Disney Institute faz: passar o seu método em serviços”, explica ele, que também é presidente da Lederman Consulting.

Uma diferença que resulta no encantamento dos clientes, segundo Lederman, vem do conceito criado pelo próprio Walt Disney.

“Os funcionários são o elenco; os ambientes, cenários; e o cliente é o convidado. Isso faz parte de um processo integrado. A essência está na diferença, no jeito que se atende e na distribuição.

Como no Rock in Rio, a experiência é valorizada: “Existe uma obstinada paixão em observar o cliente e agradá-lo, independente de ele estar certo”, afirma Lederman.

Queda no lucro 

A Walt Disney registrou lucro líquido de US$ 1,760 bilhão no terceiro trimestre fiscal, ou US$ 0,97 por ação, uma queda ante o resultado de US$ 2,916 bilhões, ou US$ 1,95 por ação, em igual período do ano passado. A receita, por sua vez, ficou em US$ 20,245 bilhões no terceiro trimestre deste ano, bem acima do resultado de US$ 15,229 bilhões anteriormente obtido, na mesma comparação anual.

Excluindo certos itens que afetam a comparação, o lucro por ação registrou queda de 28%, a US$ 1,35. Já o lucro por ação de operações continuadas nos nove meses até 29 de junho recuou a US$ 5,98, de US$ 6,81 em igual período do ano passado. O lucro por ação de operações continuadas durante nove meses caiu 15%, a US$ 4,75, de US$ 5,60 em igual período de 2018.

O executivo-chefe da Disney, Robert A. Iger, destaca o fato de que os Estúdios Walt Disney atingiram a marca de US$ 8 bilhões em bilheteria global até agora neste ano, um novo recorde no setor, graças ao desempenho forte de filmes da Marvel, Pixar e Disney. Além disso, comenta que a criação do Disney+, seu serviço de streaming, dará mais oferta da empresa aos consumidores. Iger ainda comenta que os resultados trimestrais refletem “nossos esforços para efetivamente integrar ativos da 21st Century Fox para reforçar e avançar em nossa transformação estratégica”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *